Não dizem de lembranças
Do que falta ou sobra
Na distância que escolheram
Os versos cinzas
Escritos no escuro
Ninguém mostra
Ao longe, noticiam sorrisos
Dias de sol
E alguma felicidade
Que os encontra no caminho
Nada dizem sobre lágrimas
Noites e luas
Sobre ruas em que não voltarão
Sobre espaços vazios
Vãos, enchem os dias de entulho
'Té que algo morra sem ar
Debaixo de tantas pedras.
..e jogam confetes sobre eles mesmos
ResponderExcluirnao lembrando o obvio..
...e fingem que a vida continua, mas a vida já se foi faz tempo.
ResponderExcluirLindos versos, Fran!
"Vãos, enchem os dias de entulho
ResponderExcluir´té que algo morra sem ar
debaixo de tantas pedras"
De alguma forma, a gente escolhe o que morre debaixo das pedras e o que ainda merece oxigênio.
Textos cada vez melhores, Fran, cada vez melhores.
Saudades.
=D
ResponderExcluirótimo poema.
Bom desenrolar de idéias.
=)