É sentir o pulsar do chão
apontando caminhos.
Quer como guia ou em blefes,
mas sempre companhia.
A carne toca, íntima e profundamente,
os passos: percalço, destino e rota vazia.
Na pele, terra.
Areia, pedra, poeira, rastro d´água.
Tanto quanto no corpo levo meus erros e fugas
na extensão dos pés, dou carona à estrada.
" na extensão dos pés, dou carona à estrada"
ResponderExcluirbonito demais isso hein
realmente, muito bonito.
ResponderExcluirFran, gostei muito da poesia; que talento enorme você tem!!! me segue, bjus
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