...Aí, de pirraça, cresci usando lentes que eu mesma inventei. Até hoje, são elas que me ajudam com esse problema de enxergar demais.
sábado, 15 de janeiro de 2011
Conteúdo
O cansaço de Cecília,
O desassossego de Pessoa,
A beleza mais triste das mulheres
Em quem Chico desenhou seus traços
Há em mim tantos espaços
E o sentimento do itabirano:
"eta vida besta"
Como se náufrago ou sobrevivente
Tenho sim o presente dos velhos
E apegos escassos
Dos doentes, o passo
Dos ausentes, retratos
Memórias editadas de ilusões
Sou dos que ora vivem por educação
Ora por pirraça
Dos que não veem graça
Mas riem da solidão
E outras piadas
Dos que por muito olharem
Já não veem nada
Às vezes me levanto
calço as botas de borracha
e decido enfrentar esse chão barrento
às vezes digo que não, obrigada.
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Lindo, lindo, lindo.
ResponderExcluirComo a autora.
quem te cantou por aqui em Franzita?!Quem foi o covarde que nao se identificou?rsrs Parabéns lindo texto.
ResponderExcluirAneim, que preguiça de comentário anônimo. ¬¬
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