É como o sorriso que brotava no lábio da gente, rente ao espaço em que hoje desliza a tristeza no rosto, o desgosto que de repente invade, pungente, arde os olhos e reduz as cores dos dias bons. É que deslizes, feito as rimas de um repente, se repetem e fazem da existência essa sequência brusca de movimentos: subida, looping, queda e freios.
A gente precisa se segurar frente ao balanço imprevisível que fazem as presenças e gestos e distâncias e palavras. Como confiar nas coisas que a vida nos diz? Eloquente como sempre, não sei se mente ou a si própria engana com vontade de ventos constantes. Vai ver ela também quer acreditar no ‘pra sempre’, uma forma de driblar o efêmero e conquistar seu sonho maior, o eternamente.

uma montanda russa, totalmente.
ResponderExcluirbelo testo, Fran! abraço. o/
As intermitências da vida, ai, ai...
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